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sexta-feira, 19 de abril de 2013

MENSAGEM AOS MÉDIUNS DE UMBANDA Autoria Espiritual: Maria Padilha das 7 Encruzilhadas “Por ser atributo do ser espiritual, a mediunidade é faculdade que o acompanhará onde quer que se encontre. O médium não só o é nos dias e instantes que antecedem o fenômeno durante as sessões de um terreiro – essa condição se faz presente vida a fora, dia-a-dia. Muitos filhos se esquecem dessa particularidade e quando saem do terreiro não se lembram dos ensinamentos repassados pelas entidades. Se um médio é dócil, gentil, educado, fraterno em suas atitudes não o deixará de ser após as sessões; da mesma forma se a hostilidade lhe molda a personalidade em seu cotidiano, essa característica apresentar-se-á na sua conduta como médium, muito embora, conte com todo amorosidade, disciplina e seriedade de sua Banda. È comum vermos na lida diária a despreocupação dos médiuns em cultivar a serenidade, a pez interior e a gentileza natural. E aí o que acontece? Acontece que muitas entidades que lhe seguiram os passos após a sessão, precisando de seus exemplos no bem, a fim de entenderem o significado da palavra caridade de forma materializada, verão ruírem por terra toda aquela aparência de bom moço e então na próxima sessão o médium chegará ao terreiro não se sentindo bem e normalmente alegará que esta com algum “encosto” a lhe perturbar e que precisa de ajuda da corrente, pois na última semana nada em sua vida deu certo. Também pudera! Esqueceu que seu compromisso não é só no terreiro e se permitiu envolver com energias densas em ambientes não tão saudáveis a sua manutenção de bem-estar. E o que é pior: ainda fala que a culpa foi do Exu ou da sua Pomba Gira que não o protegeu! Como coisa que sejamos babás de plantão e não temos serviço a executar. Há alguns que dizem: “mas eu faço tudo certinho, tomo meus banhos, acendo minhas velas, firmo a minha Banda e só vivo atrapalhado!” Afirmamos que assim esse médium continuará até que perceba que a Umbanda faz caridade e não milagres! Que a Umbanda mostra o roteiro, porém quem tem que trilhar são os filhos. Que nela não há facilitações, muito embora não existam impossibilidades – desde que se queira melhorar- afinal de contas por que vocês médiuns estão na Terra em um corpo físico? Já pararam para pensar nisso? Não pensem vocês que estou querendo colocá-los numa postura de santidade. De forma alguma! Pois lugar de Santo é no Céu e lá a lotação já esta para lá de esgotada ou então em oratório. Só estou querendo mostrar que nada passa despercebido à lei do Todo Poderoso, que não adianta colocar máscara de bonzinho, porque com o tempo essas se desfazem. Não passe a culpa de seus mal-estares às entidades. Não coloquem vossas responsabilidades em nossos ombros e façam a vossa parte, porque a nossa já o fazemos. Ou Vocês duvidam disso E então meu filho em qual encruzilhada iremos nos encontrar? Em qual delas vou te buscar? Sarava aos filhos dessa Banda!”
Uma das decisões mais difíceis que temos que tomar, algumas vezes, é saber se devemos ficar e lutar bravamente, ou se a melhor coisa a fazer é guardar todas as boas lembranças, quando ainda há tempo, e simplesmente ir embora.
Quando perguntam ao Exú sobre doenças psicossomáticas, se essas realmente existem e se é verdade que a mente do ser humano é capaz de causar doenças físicas mesmo sem o real intento, este responde: "Quando a boca cala... o corpo fala!!! O resfriado escorre quando o corpo não chora. A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições. O estômago arde quando as raivas não conseguem sair. O diabetes invade quando a solidão dói. O corpo engorda quando a insatisfação aperta. A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam. O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar. A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável. As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas. O peito aperta quando o orgulho escraviza. O coração infarta quando chega a ingratidão. A pressão sobe quando o medo aprisiona. As neuroses paralisam quando a"criança interna" tiraniza. A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade. Preste atenção! O plantio é livre, a colheita, obrigatória... preste atenção no que você está plantando, pois será a mesma coisa que irá colher!!
MENSAGEM Gostaria de deixar uma das mensagens do Pai João de Aruanda, sábio e bondoso Preto-Velho, que com seu carinho e ternura nos impulsiona através dos caminhos de luz. “Se você se dedica ao trabalho do bem assumindo sua responsabilidade na escola de Jesus, não se iluda quanto ao que encontrará em seu caminho.” ”Os pedregulhos na estrada, quando fixados indefinidamente pelo olhar, sob o calor do sol, costumam se multiplicar à visão do ser. Mas, se você recolher essas pedras, meu filho, terá adquirido experiências proveitosas, utilizando-as como base de alguma construção.” ”As águas que descem em um rio caudaloso podem causar certos estragos ao longo do percurso ou ao redor das margens; contudo, se forem devidamente canalizadas ou represadas, certamente servirão de impulso ao progresso na geração da energia e trabalho.” ”Observe também, meu filho, os aparentes obstáculos da jornada espiritual e tire proveito deles para o seu crescimento.” ”Aqueles companheiros que lançam a mentira sobre você podem ser apreciados como amigos que incentivam meu filho a se melhorar, de vez que, ao falarem algo contra você, apenas dizem o que vêem e ouvem. Muitas vezes isso pode funcionar como espelho para que você possa aprimorar-se e corrigir-se.”
Crises PAI JOÃO DE ARIJANDA Meu filho está confuso? É preciso coragem para modificar, para decidir e ousar. A vida, meu filho, só permite a vitória daqueles que ousam. que decidem, que realizam. Quando a crise visita os meus filhos, é que já é hora de modificar alguma coisa. A crise é sentimental? É preciso modificar a visão a respeito de si e do outro e promover as mudanças. O amor só sobrevive se for alimentado, adubado e regado com carinho, doçura, pequenos gestos; enfim, uma série de coisas aparentemente pequenas, muito importantes para manter a vida sentimental. A crise é econômica? Que tal modificar a forma de gerenciar sua vida, seus negócios e suas próprias aspirações? A crise, quando se apresenta na área social, é um convite à reavaliação de suas posturas, de sua forma de ver a vida e de seu envolvimento com o mundo e a sociedade. É preciso que as pessoas se sintam apaixonadas. Sem envolvimento. sem apaixonar-se por uma ideia, uma pessoa ou um ideal, a vida parece perder o sabor. Qualquer crise, meu filho, é uma forma mais direta que a vida encontra de nos dizer que temos de modificar algo ou nós mesmos. Isso não é fácil, eu sei! Mas é possível realizar, os desafios existem para estimular a gente a crescer e encontrar uma saída mais simples, ou para nos empurrar rumo a uma solução que está muitas vezes ao nosso lado o tempo todo. É que a gente se acostuma fácil com a boavida e se acomoda. “Deus ajuda a quem cedo madruga” — esse aforismo popular é um reflexo da mais pura realidade. É preciso começar cedo a se organizar e procurar soluções. Quando falo em organização, meus filhos acham que é algo difícil de realizar. Mas afirmo que as coisas só são difíceis enquanto você achar que é difícil. Quando os meus filhos decidirem que é preciso, que é possível, e assim aliarem sua vontade de realização ao conhecimento de sua necessidade, aí será fácil. Reclamar, chorar e adiar decisões não resolve problema algum. Aliás, meu filho, tem algumas coisinhas que você poderá fazer em benefício próprio. Não adie aquilo que você tem de fazer. Adiar é uma forma de sabotar a si próprio. Não procure culpados ou culpas, vá atrás de soluções e assuma sua responsabilidade. Aprenda a se organizar e agir. Meus filhos estão acostumados a reagir e, então, não conquistam a vitória. Choram e lamentam, mas ainda isso é uma reação. Seja uma pessoa ativa. Em vez de reagir, aja. Uma ação é muito mais inteligente do que uma reação. É preciso ter coragem para mudar. As crises são o grito da vida nos chamando à modificação.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Se alguém te ameaça espiritualmente de alguma forma, por mais que pareça ameaçador, respire, e reflita... Se temos Oxalá nosso Pai para nos amparar, Ogum para nos defender,Xangô para Justiça fazer, Iansã para quebrar todas as demandas espirituais,Omulú para nos valer, Oxumaré para nos renovar, Nanã para nos curar,Obaluaê para nos dar a Paz, Obá senhora da razão para nos dar equilíbrio mental,Oxossi para caçar o que for necessário para nossa vida, Exu e Pomba Gira para nos amparar.... guias...mestres...mentores...aliados...anjos de guarda...Ufa.... se você realmente tem medo de ameaças...olhe para cima, para baixo, para direita e para esquerda...veja o quanto você é amado(a) por Olorum que colocou um verdadeiro Panteão divino ao seu redor e tenha fé!!! Nada derruba quem tem pulso firme e confia em Olorum e nos Orixás....nada!!! :)

domingo, 25 de novembro de 2012

Mensagem do Caboclo Tupinambá Nos tempos de tribo, em que toda tecnologia que tínhamos era o arco, a flecha, o machado de pedra e alguns outros utensílios, e que nossas maiores aflições eram como garantir o alimento caçado do dia para nutrir a tribo e vez por outra defendê-la de rivais territoriais. Preocupávamos acima de tudo com a nossa continuidade, com o legado que deixaríamos aos nossos descendentes e que não era terra, ou qualquer materialidade, até porque nada nos pertencia, tudo era da natureza, dela extraíamos o sustento, o abrigo, o ensinamento. A natureza ensina… Ensina que não há árvore sem raiz, que os pássaros não cantam quando aprisionados, que a água sempre vence os obstáculos devidos sua essência maleável. Que o ar é invisível, para que ao menos ele, não queiramos deter. Ensina que os ventos sopram a continuidade dos ciclos, transportando sementes e microorganismos de um lado ao outro para que tudo flua naturalmente, e ensina que tudo tem seu tempo, não há tempestade que não cesse e que não há calmaria eterna, o primeiro sacode e revolve as estruturas “acomodadas” e inférteis para que o segundo encontre novas possibilidades de superação e continuidade da vida. No entanto, aprendemos isso sobre a natureza porque nossos antecessores nos ensinaram ler a natureza. Lê-se a natureza observando em silêncio. Hábito cada vez mais distante dos filhos encarnados neste período da Terra. O tempo que sempre foi o “Deus da Razão”, agora é caro e acusado por faltar aos filhos da Terra. Então, diante dos conflitos, as tormentas e enfrentamentos, vocês, filhos da Terra, continuam num processo obsessivo em busca de facilitações, de encurtamento do trajeto, de se possível enganar a natureza. Buscam-se respostas e responsabilidades fora, no outro, nas coisas, no mundo e quase sempre se isenta diante os fatos. Pratique o silêncio! Quem não sabe silenciar, não escuta o coração, não entende o que é intuição e não capta a ajuda espiritual. Silencie! Pois o barulho confunde, palavras e tentativas de justificativas constantes ludibriam e paralisam. Silencie! No silêncio da boca serrada, resta-lhe o pensamento, a consciência não falha e diante dela seja honesto, humilde e coerente. Silencie! E compreenderá que para tudo tem uma resposta em você e que tudo tem um sentido de ser e se ainda não compreender é porque não silenciou o sabotador dentro de você. Silencie! E então, harmonizar-se-á com o fato de que tudo tem um ciclo natural para acontecer, para ir e vir, para fluir, para ser. Silencie! Aprenderá que as tormentas sacodem, as tempestades amolecem e que como vieram se vão, o que importa é como você estará depois dela. Silencie! Para aceitar que a bonança não é acomodação, não é falta de desafios, mas sim a oportunidade de trabalhar ainda mais intensamente e melhor caso tenha amadurecido e se fertilizado durante a tempestade. Silencie! E responda: O que é que você esta deixando para os seus sucessores? Silêncio, Pratique!